Dia da mulher: Justiça Eleitoral homenageia as mulheres sergipanas

A data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975

mulher

No dia 08 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. A data, oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, salienta a história de luta que levou a classe feminina a conquistar o merecido espaço nos mais diversos setores da sociedade e reafirma as conquistas e avanços pela igualdade de gênero.

Origens das comemorações

O movimento surgiu no final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa no contexto das lutas feministas por melhores condições de vida e trabalho, e pelo direito de voto. As celebrações do Dia Internacional da Mulher ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país.A primeira celebração deu-se a 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes As manifestações uniam o movimento socialista, que lutava por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas, ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos.

O ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e o dia 8 de março foi adotado como o Dia Internacional da Mulher pelas Nações Unidas, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.

Pioneiras do Brasil

Os registros históricos apontam que a professora Celina Guimarães Viana foi a primeira eleitora do Brasil. Celina nasceu no Rio Grande do Norte e requereu sua inclusão no rol de eleitores do município de Mossoró (RN). Também no mesmo estado foi eleita a primeira prefeita brasileira. Em 1929, Alzira Soriano elegeu-se para comandar a cidade de Lages (RN).

Entretanto, somente em 1933, pela primeira vez a mulher brasileira pôde votar e ser votada em âmbito nacional. Isso porque o primeiro Código Eleitoral, aprovado em 1932, passou a garantir o direito do voto às mulheres. A aprovação do Código de 1932 se deu por meio do Decreto nº 21.076, durante o governo provisório de Getúlio Vargas.

Na inauguração de um novo Estado Democrático de Direito, em 1934, por meio da segunda Constituição da República, esses direitos políticos conferidos às mulheres foram assentados em bases constitucionais. O alistamento era obrigatório para mulheres que exercessem função pública remunerada, e facultativo para as outras (desde que alfabetizadas).

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