A edição do Informativo Plenarium de novembro já está disponível

A matéria de capa trás um resumo de como se deu o processo eleitoral em Sergipe

plenarium

Com o advento da Constituição Federal de 1988, a democracia ganhou forma e o voto universal, secreto e periódico foi consagrado como cláusula pétrea. A Justiça Eleitoral, desde sua criação em 1932, é responsável pela organização, administração, fiscalização e resolução de querelas judiciais relacionadas ao processo eleitoral.

A edição de novembro da revista PLENARIUM mostra, em sua matéria de capa, o trabalho, a minuciosa preparação e os resultados exitosos da Justiça Eleitoral na realização do 1º e do 2º turno das Eleições 2018. A segurança do processo eletrônico de votação também é tema da presente edição do informativo, que traz matéria sobre a Audiência Pública realizada pelo TRE-SE cujo objetivo foi esclarecer eventuais dúvidas sobre a urna e o sistema de votação/totalização.

Duas reportagens especiais integram e abrilhantam o corpo do informativo. A primeira trata do pronunciamento da presidente do TSE, ministra Rosa Weber, que fez uma homenagem especial aos servidores da Justiça Eleitoral pelo trabalho hercúleo na execução das eleições e repudiou as infundadas e levianas acusações sofridas pelos mesmos. A segunda matéria especial faz um apanhado histórico da evolução da votação, desde as primeiras eleições registradas em 23 de janeiro de 1532 até os dias atuais.

A seção ACONTECEU mostra um resumo das atividades ocorridas em outubro no TRE-SE, a exemplo das despedidas dos juízes José Dantas de Santana e Denize Maria de Barros Figueiredo, que encerraram seus respectivos mandatos como membros da Corte Eleitoral de Sergipe, a participação do juiz substituto Joaby Gomes Ferreira,que integrará a Corte Eleitoral até a nomeação de novo membro efetivo da classe dos juristas, o lançamento do Sistema Justifica, que possibilita aos eleitores encaminhar os requerimentos de justificativa pós-eleições pela internet, entre outros acontecimentos relevantes.

Na coluna MEMÓRIA ELEITORAL, ganham relevo os primeiros passos da formação e consolidação da República, tanto em seu aspecto político e de representação, bem como questões atinentes à legislação vigente à época. Mais uma vez, em 2018, a Justiça Eleitoral cumpre seu papel Constitucional de zelar pela higidez do processo de eleitoral, retratando fielmente a vontade do povo depositada nas urnas.

 

Como de praxe, desejamos uma boa leitura a todos.

 

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